XIevidosol/BrunoPinheiro

De Wiki do texto Livre

[16:08] <daniervelin> Teremos agora, pelo chat, uma mesa sobre um tema que tem despertado muito o nosso interesse de educador: Recursos Educacionais Abertos

[16:08] <taty_3> Boa tarde

[16:08] <daniervelin> o que eles trazem de novo? É o que vamos saber com a exposição de Adriana Rocha Bruno, Daniel Silva Pinheiro e Débora Cristina da Silva Sebriam

[16:08] <daniervelin> Cada um terá 20 minutos e durante esse tempo a sala está moderada (só eles poderão escrever)

[16:08] <daniervelin> Após as apresentações, abriremos a mesa para a discussão, ok?

[16:08] <daniervelin> Vamos começar com a fala da Débora, depois passamos a palavra ao Daniel e, por fim, para a Adriana. Pode ser?

[16:08] <Debora> ok

[16:08] <daniervelin> Adriana Bruno é doutora e mestre em Educação pela PUC-SP e licenciada em Pedagogia. É professora da UFJF, professora dos Programas de Pós-Graduação em Educação e em Gestão e Avaliação da Educação Pública na UFJF. É Coordenadora de Inovação Acadêmica e Pedagógica no Ensino Superior (CIAPES) junto à PROGRAD-UFJF e coordena os tutores a distância do Curso de Pedagogia - FACED-UFJF-UAB. É líder do Grupo de Pesquisa

[16:08] <daniervelin> Aprendizagem em Rede - GRUPAR. Site: https://sites.google.com/site/arbruno

[16:08] <daniervelin> Daniel Silva Pinheiro é estrando do Programa de Pós-Graduação em Educação da Faculdade de Educação da UFBA, é graduado em Pedagogia pela UFBA e membro do Grupo de Pesquisa em Comunicação e Educação e Tecnologias - GEC.

[16:08] <daniervelin> mestrando*

[16:09] <daniervelin> Débora Cristina da Silva Sebriam é professora mestre em Engenharia de Mídias para a Educação, é especialista em Atividade Física e Qualidade de Vida pela UEC. Licenciada em Educação Física pela UEL. Possui experiência na área de Tecnologias da Informação e Comunicação aplicadas à Educação.

[16:09] <daniervelin> passo a palavra então para a Debora começar!

[16:09] <daniervelin> sejam bem-vindos!

[16:09] <ADRIANABRUNO> ok...

[16:09] <DanielPinheiro> ok

[16:10] <Debora> Boa tarde pessoal, agradeço o convite e essa oportunidade. Vou falar de REA de uma maneira mais concitual, ok?

[16:10] <ADRIANABRUNO> sim

[16:10] <DanielPinheiro> tudo bem

[16:10] <ADRIANABRUNO> prazer Debora! Bom te ler Daniel

[16:10] <Debora> Eu sou coordenadora de projetos do do Instituto Educadigital e Gestora de Comunicação do Projeto REA Brasil. O projeto REA.br teve início em 2008 com a visita de uma delegação internacional ao Ministério da Educação e com a realização de uma série de eventos de sensibilização em São Paulo e Brasília e a nossa missão é prover inovação em política pública de educação e na forma de pensar e garantir o acesso a

[16:10] <Debora> www.rea.net.br

[16:11] <Debora> REA é um termo que foi utilizado pela 1ª vez em 2002 em uma conferência da UNESCO. É um conceito em constante evolução que está fazendo 12 anos e em 2011 houve uma redefinição deste conceito e essa redefinição contou com a ajuda da comunidade brasileira de Recursos Educacionais Abertos.

[16:12] <daniervelin> Debora, se precisar, posso passar o código para os slides, quando quiser

[16:12] <Debora> pode passar

[16:12] <Debora> todo mundo conseguirá ver?

[16:12] <daniervelin> Código: 84

[16:12] <daniervelin> sim, basta colocar na caixa à direita

[16:13] <daniervelin> parte superior da página

[16:13] <Debora> Quais os princípios para um material ser REA? ● Conteúdo de aprendizado: cursos completos, materiais de cursos, tópicos de um conteúdo, temas de aprendizagem, coleções e periódicos. ● Ferramentas: software para auxiliar a criação, entrega, uso e melhoria do conteúdo de aprendizagem aberto, incluindo busca e organização do conteúdo, sistema de gerenciamento de conteúdo e de aprendizagem, ferramentas de desenvolvi

[16:13] <Debora> Utilizamos a definição de Recurso Educacional Aberto (REA) que parte de um documento em desenvolvimento pela UNESCO/Commonwealth of Learning: “Recursos Educacionais Abertos são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O uso de formatos técnicos abertos facil

[16:14] <Debora> O uso de formatos técnicos abertos facilita o acesso e o reuso potencial dos recursos publicados digitalmente. Recursos Educacionais Abertos podem incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software, e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.” (2011)

[16:14] <Debora> Nessa definição conseguimos visualizar os príncipios que envolvem os REA

[16:15] <Debora> O domínio público é gratuito para uso por qualquer pessoa para qualquer finalidade, sem restrições sob leis de direitos autorais. Domínio público é a forma mais pura de aberto/livre.

[16:15] <Debora> O que são licenças abertas? No Brasil, quando publicamos qualquer coisa sem deixar claro a licença ou o uso que queremos que outras pessoas façam de nosso material, a lei brasileira de Direito Autoral interpreta que a sua publicação é Copyright, ou seja, que todos os direitos de sua obra pertencem a vc, ou seja, direitos de cópia, tradução, adaptação estão reservados ao detentor do direito autoral, que ou é o autor

[16:16] <Debora> Existe uma nova maneira de realizar a gestão do direito autoral e as licenças creative commons ganharam espaço e estão presentes em mais de 80 jurisdições

[16:16] <Debora> Ao optar por licenças abertas é vc autor que decide os usos que podem ser feitos de sua obra, você oferece alguns dos seus direitos e sob determinadas condições que são definidas por você ao escolher a sua licença.

[16:17] <Debora> Você obterá a licença apropriada em três formatos: 1. Licença para Leigos (Commons Deed). Um resumo da licença em linguagem simples, completa e com os ícones relevantes. 2. Licença Jurídica. A licença detalhada para que você tenha certeza que será valida perante o judiciário. 3. Licença para máquinas. Uma versão da licença que pode ser lida por computadores e que ajuda mecanismos de buscas e outras aplicações

[16:18] <Debora> Existem 4 condições básicas nas licenças do creative commons: atribuição, compartilhamento pela mesma licença, uso comercial, obras derivadas

[16:18] <Debora> Essas 4 condições quando combinadas dão origem a 6 possibilidades de licença:

[16:18] <Debora> Elas vão da mais livre até licenças mais restritivas

[16:18] <Debora> quanto mais símbolos mais restritivo vai ficando

[16:19] <Debora> Para obter uma licença basta responder a 3 perguntas: http://creativecommons.org/choose/?lang=pt

[16:20] <Debora> Essa é a parte de nossa definição que diz respeito a Propriedade intelectual

[16:20] <Debora> que ainda é pouca discutida por nós, mas é um elemtno importante para os usos que podemos fazer de uma obra

[16:20] <Debora> Agora falaremos sobre formatos

[16:21] <Debora> outro princípio do REA que nõa é uma unanimidade entre os especialistas e nem requisito bvásico na definição da unesco

[16:21] <Debora> O que são formatos técnicos abertos ou livres? Bom, se tivesse alguém muito jovem assistindo essa nossa conversa agora, provavelmente essa pessoa se perguntaria o que são esses quadrados. Vc provavelmente já não tem computadores com o dispositivo para inserir este tipo de mídia. Isso qr dizer q toda a produção que alguns de nós guardamos nesse formato nós já não acessamos mais.

[16:21] <Debora> Além do meio físico existem outros inconvenientes. Eu trabalho no departamento de tecnologia educacional de uma escola aqui em SP e quase sempre vem alguém desesperado relatando que ao tentar abrir um arquivo apareceu um monte de letrinha sem sentido que não dá pra entender nada. Por que isso acontece? Acontece porque a empresa que vendeu o software pra vc ou sua escola mudou o formato, atualizou o software e as vezes, mesmo

[16:22] <Debora> desta mesma companhia vc pode não ter acesso ao conteúdo do arquivo. Isso acontecia muito, quando tentávamos abrir um arquivo Word 2003 no 2007, simplesmente não abria.

[16:22] <Debora> Hoje, vc não precisa necessariamente usar software livre como o Open Office para salvar seu doc em formato aberto. No pacote Office da Microsoft, Word, Power Point, Excel existe a possibilidade de salvar seu doc em formato livre e garantir que vc consiga abri-lo novamente, mesmo que passe anos.

[16:23] <Debora> Esses são alguns exemplos comuns de formatos abertos e fechados

[16:23] <Debora> Para fechar a definião, chegamos ao conteúdo ou aos tipo de REA

[16:24] <Debora> quanto aos tipos de REA são todo e qualquer conteúdo que seja utilizado para fins educacionais. São livros, planos de aula, softwares, jogos, resenhas, trabalhos escolares, vídeos, áudios, imagens e outros recursos compreendidos como bens educacionais essenciais ao usufruto do direito de acesso à educação e à cultura.

[16:24] <Debora> Uma dúvida de muitas pessoas é como buscar REA

[16:24] <Debora> Atualmente, diversos buscadores e serviços já contam com busca por direito de uso, é o caso do Google, do Bing, do youtube, slideshare, etc. Tem também o Search que não é um motor de pesquisa. Somente oferece uma forma conveniente de acesso a serviços de pesquisa disponibilizados por outras entidades independentes.

[16:25] <Debora> Temos uma lista atualizada de projetos e iniciativas brasileiras de REA, esses projetos nascem na esfera governamental, instituições d ensino superior e também da sociedade civil. Veja aqui: http://www.rea.net.br/site/mao-na-massa/iniciativas-rea/rea-no-brasil/

[16:25] <Debora> Outro ponto interessante são as 4 liberdades mínimas de REA

[16:25] <Debora> também não são consenso, mas dão diretrizes

[16:26] <Debora> As quatro liberdades mínimas dos REA – os “4Rs” (review, reuse, remix e redistribute) – são as permissões concedidas aos usuários que acessam esses recursos. São elas: • Usar: compreende a liberdade de usar o original, ou a nova versão por você criada com base num outro REA, em uma variedade de contextos; • Aprimorar: compreende a liberdade de adaptar e melhorar os REA para que melhor se adequem às suas necess

[16:26] <Debora> • Recombinar: compreende a liberdade de combinar e fazer misturas e colagens de REA com outros REA para a produção de novos materiais; • Distribuir: compreende a liberdade de fazer cópias e compartilhar o REA original e a versão por você criada com outros.

[16:27] <Debora> Temos políticas de REA no Brasil! Basicamente, elas defendem que todo o material didático que seja comprado ou subsidiado com dinheiro público seja oferecido com uma licença livre de reutilização de volta para toda a popilação. Isso é uma realidade no município de São Paulo. REA também está presente no PNE. E somente no Estado de São Paulo, o projeto foi aprovado pelo deputado paulistas e vetado pelo governador Gera

[16:27] <Debora> Nessa ocasião fomos conversar com o executivo, mas eles não apresentaram a proposta

[16:28] <Debora> Atualmente temos conversado com alguns munícipios como Curitba e Santo Andé

[16:29] <Debora> Defendemos as políticas públicas para garantir continuidade!

[16:29] <Debora> Sabemos que nas trocas de governo muitos projetos interessantes são tirados do ar e tudo por causa de partido político

[16:29] <Debora> e não por interesse das pessoas

[16:30] <Debora> Sobre o impacto de REA na política pública publicamos uma entrevista hoje com Hal Plotkin, consultor sênior de Recursos Educacionais Abertos (REA) do Departamento de Educação dos Estados Unidos: http://www.rea.net.br/site/hal-plotkin/

[16:30] <Debora> Ele traz um depoimento muito interessante do impacto de REA na educação pública e na redução de gastos com material didático

[16:30] <Debora> Por fim, em 2012 foi lançado o primeiro livro REA em português e ele pode ser acessado e baixado no http://www.livrorea.net.br/livro/home.html

[16:31] <Debora> Esse é um livro colaborativo, é um convite ao remix!

[16:31] <Debora> Temos textos mais acadêmicos, entrevistas e relatos de experiência

[16:31] <Debora> vcs podem baixar o livro todo ou por capítulos

[16:31] <Debora> Participem da comunidade: https://www.facebook.com/groups/reabrasil https://groups.google.com/group/rea-lista?pli=1 Obrigada

[16:32] <daniervelin> obrigada, Debora !

[16:32] <daniervelin> passo a palavra ao DanielPinheiro agora

[16:33] <DanielPinheiro> Olá gente! Também gostaria de agradecer pela oportunidade de dialogar com vocês esta tarde.

[16:33] <DanielPinheiro> O código para minha apresentação é 62, não é isso Daniervelin?!

[16:33] <daniervelin> isso mesmo!

[16:34] <DanielPinheiro> Então, está apresentação está disponível para ser baixada. O link é este: https://www.dropbox.com/s/jptjbowv3n6uy0z/apresentacao_evidosol_PUBLICA03062014.pdf

[16:34] <daniervelin> Código: 62

[16:34] <DanielPinheiro> Conforme vocês irão perceber, as questões que quero apresentar, são fruto da minha pesquisa de mestrado que foi recém apresentada aqui na Universidade Federal da Bahia (abril).

[16:35] <DanielPinheiro> Tendo em vista que é a primeira vez que participo de um ambiente de debates como este - que utiliza-se somente do recurso escrito para interação, peço desculpas pelas possíveis lacunas que o material visual, e textual (escrita/slides) possa apresentar.

[16:35] <DanielPinheiro> Sigamos...

[16:35] <DanielPinheiro> A questão principal que tem me inquietado em relação aos REA, diz respeito às suas potencialidades para educação formal (escolar). Não por acaso, já que os projetos e as vivências enquanto professor da educação básica e membro de um grupo de pesquisa sobre educação e tecnologias, tem evidenciado que estamos num momento de disseminação do que Levy chamou, e concordo, de Cibercultura - um momento em que rela

[16:36] <DanielPinheiro> Nossos alunos, nossas escolas, nós enquanto professores, não estamos distantes disso. Tal dinâmica nos diz respeito... Nos ambientes escolares vemos tensionadas a ordem, a autoridade, tudo que é tradicional, isto, entre outros motivos, pela inserção dos aparatos tecnológicos que são peculiares à cibercultura - computadores, smartphones, tablets, lousas digitais, etc.

[16:37] <DanielPinheiro> Na nossa investigação, este cenário, esta problemática, nos encaminhou para percepção de que a escola pode valer-se de toda esta dinâmica. Tendo em vista que já há muito, e hoje ainda mais, fala-se sobre sua extinção, sobre a sua incapacidade de ser realmente "funcional" para o conjunto social, ela precisa encontrar alternativas que colaborem para superação desses desafios.

[16:38] <DanielPinheiro> Entendemos então que é parte fundamental das atribuições da instituição escola na contemporaneidade, construir/desenvolver/fomentar perspectivas educacionais que apresentem maior coerência com estes tempos de cibercultura.

[16:39] <DanielPinheiro> Assim, nosso enfoque direciona-se para a Educação Aberta cujas definições mais correntes entendem ser alternativas educacionais mais flexíveis em relação ao tempo que se realiza, os recursos que dispõe, etc.

[16:40] <DanielPinheiro> Ainda que estas definições soem como indicativo de atividade educativa que se encaminharia para a informalidade ou não formalidade, entendemos que, na verdade, sua principal contribuição está em “provocar” as instituições formais de educação para se movimentarem, recomporem e transformarem.

[16:42] <daniervelin> o Daniel perdeu a conexão...

[16:42] <ADRIANABRUNO> ok

[16:44] <daniervelin> vamos esperar só uns minutos

[16:44] <daniervelin> se ele não voltar, eu passo a palavra à Adriana

[16:44] <ADRIANABRUNO> ok... aguardo...

[16:48] <daniervelin> ele escreveu que está tentando se conectar novamente

[16:48] <ADRIANABRUNO> ok

[16:48] <daniervelin> mas está tendo problemas

[16:49] <ADRIANABRUNO> bem, se quiser, posso entrar...

[16:49] <daniervelin> vou pedir para a ADRIANABRUNO apresentar então e depois deixo o Daniel terminar

[16:49] <daniervelin> para não perdermos tempo

[16:50] <daniervelin> pode começar, por favor, ADRIANABRUNO

[16:50] <ADRIANABRUNO> ok...

[16:50] <ADRIANABRUNO> Bem, boa tarde a todos e todas

[16:50] <ADRIANABRUNO> é um prazer estar aqui

[16:50] <ADRIANABRUNO> quero agradecer muito o convite e parabenizar a organizaçao do evento...

[16:50] <ADRIANABRUNO> A minha apresentacao

[16:50] <ADRIANABRUNO> e a de n. 46

[16:51] <daniervelin> código: 46

[16:51] <ADRIANABRUNO> vcs podem acompanhar minha fala a partir da apresentacao, pois eu tentei fazer algo mais dialogado...

[16:51] <ADRIANABRUNO> isso Dani, obrigada

[16:52] <ADRIANABRUNO> Quero começar dando o endereço do meu site em que a apresentacao está disponivel, pois vcs poderao acompanhar tb

[16:52] <ADRIANABRUNO> https://sites.google.com/site/arbruno

[16:52] <daniervelin> oi, DanielPinheiro! A ADRIANABRUNO está apresentando. Daqui a pouco vc conclui, ok?

[16:53] <ADRIANABRUNO> eu preparei uma fala tratando dos REA em meio a movimentos que emergem junto com esta concepcao.. ou com e a aprtir dela...

[16:53] <ADRIANABRUNO> Quer voltar pro Daniel?

[16:53] <ADRIANABRUNO> Sem problemas...

[16:53] <DanielPinheiro_> Pode seguir.

[16:54] <ADRIANABRUNO> posso continuar?

[16:54] <daniervelin> pode, ADRIANABRUNO

[16:54] <ADRIANABRUNO> ok

[16:54] <ADRIANABRUNO> Pensem nisso

[16:54] <ADRIANABRUNO> Insanidade é fazer as coisas sempre do mesmo jeito e esperar resultados diferentes – A. Einstein

[16:54] <ADRIANABRUNO> vamos ficar com esse ideia...

[16:54] <ADRIANABRUNO> Vamos começar situando alguns cenários que fazem parte da nossa vida. Vivemos paradoxos..

[16:54] <ADRIANABRUNO> • É Brasil o 65º colocado entre os países com maior acesso digital e no o acesso a tecnologias da informação no Brasil é inferior ao de nações como Kuwait (60º), Costa Rica (58ª), Jamaica (57ª), Argentina (54ª), Uruguai (51º) e Chile (43º).

[16:55] <ADRIANABRUNO> Mas...

[16:55] <ADRIANABRUNO> • Mas, ao mesmo tempo… Aprovamos o Marco Civil da internet no Brasil

[16:55] <ADRIANABRUNO> ou seja... mundialmente uma conquista em meio a necessidades de controle..

[16:55] <ADRIANABRUNO> Por outro lado…

[16:55] <ADRIANABRUNO> Entre 156 países, o Brasil ocupa a 72ª posição em ranking de inclusão digital

[16:55] <ADRIANABRUNO> • Das mais de 5 mil cidades brasileiras listadas no Censo 2010, a conectividade é maior em São Caetano do Sul (SP), Santos (SP), Florianópolis (SC), Vitória (ES) e Niterói (RJ).

[16:56] <ADRIANABRUNO> • Porém, paradoxalmente…

[16:56] <ADRIANABRUNO> • Quando o assunto é REDES SOCIAIS DIGITAIS

[16:56] <ADRIANABRUNO> • Brasil vira ‘potência’ das redes sociais em 2013

[16:56] <ADRIANABRUNO> • Twitter, Facebook e YouTube estão entre as plataformas onde o uso brasileiro só perde para o dos Estados Unidos

[16:56] <ADRIANABRUNO> E ainda

[16:56] <ADRIANABRUNO> • Segundo pesquisa (a agência de inteligência de mercado Hello Research) divulgada em janeiro de 2013, o Nordeste está na vice-liderança no uso de redes sociais no Brasil.

[16:57] <ADRIANABRUNO> Isso mesmo... este dado é muito interessante... temos aqui o Daniel, da Bahia...

[16:57] <ADRIANABRUNO> e é legal falarmos disso, pois temos ideias ainda muito descompassadas sobre o Brasil

[16:58] <ADRIANABRUNO> Quem convive com nossos colegas educadores do nordeste sabe o quanto eles tem ensinado o Brasil todo.. especialmente nesta área!

[16:58] <ADRIANABRUNO> Mas vamos lá..

[16:58] <ADRIANABRUNO> • NO MUNDO E NO BRASIL AS REDES SOCIAIS MOSTRAM SUA FORÇA, SUA POTÊNCIA…

[16:58] <ADRIANABRUNO> • CADA UM PODE EXPRESSAR IDEIAS, OPINIÕES, DADOS, PRODUÇÕES… • A SOCIEDADE MOSTRA SUA VOZ, SUA CARA…

[16:59] <ADRIANABRUNO> • 2011, na Tunísia – Egito, que culminaram na queda da ditadura de Bem Ali e, como efeito em ‘dominó, com o poder de Hosni Mubarack.

[16:59] <ADRIANABRUNO> povo saiu às ruas como na Líbia, Iêmen, Argélia, Jordânia, Bahrain e Omã implicando em mudanças políticas nestes lugares

[16:59] <ADRIANABRUNO> 2012/2013: Brasil: Manifestações, nas ruas, de brasileiros no Brasil e no Mundo – integração Redes Sociais e Cidades

[16:59] <ADRIANABRUNO> ações organizadas contra a corrupção ou mesmo os flashmobs

[16:59] <ADRIANABRUNO> fora tudo isso, tem muita coisa rolando na rede...

[17:00] <ADRIANABRUNO> e o que está na rede é fruto de todo este movimento que Debora e Daniel falavam...

[17:00] <ADRIANABRUNO> pra se ter ideia...

[17:00] <ADRIANABRUNO> temos coisas incriveis acontecendo...

[17:00] <ADRIANABRUNO> SINESP CIDADÃO – (Sinesp – Sistema Nacional de Segurança Pública) - Aplicativo para tablet e celular ajuda a encontrar carros roubados - https://www.sinesp.gov.br/sinesp-cidadao

[17:00] <ADRIANABRUNO> Livros lançados pela EDUFBA disponíveis gratuitamente, online: https://repositorio.ufba.br/ri/

[17:01] <ADRIANABRUNO> Google lança app grátis que otimiza tempo do professor: Classroom.. ainda em teste

[17:01] <ADRIANABRUNO> FAZGAME – o game para criar games educacionais - qualquer usuário pode criar games. http://fazgame.com.br/presentation.html

[17:01] <ADRIANABRUNO> Mas vcs podem estar se perguntando...

[17:01] <ADRIANABRUNO> mas o tema nao é REA?

[17:02] <ADRIANABRUNO> Sim... mas nao podemos falar de REA sem percebermos as conexoes...

[17:02] <ADRIANABRUNO> Diante deste cenário é que temos ressignificado nossa forma de nos relacionarmos com o mundo, o outro, o conhecimento...

[17:02] <ADRIANABRUNO> Não faz sentido mais, num mundo como o nosso, trabalharmos formas centralizadoras de aprendizagem, de conhecer...

[17:02] <ADRIANABRUNO> Os REA são fruto desse movimento... Num contexto sociotecnico marcado pelas redes sociais e digitais e que questiona tudo que é fechado, questiona certezas, verdades...

[17:03] <ADRIANABRUNO> O tema REA está sendo muito bem abordado por Debora e Daniel... e penso que minha contribuição pode ir no sentido de pensarmos os desdobramentos deste processo

[17:03] <ADRIANABRUNO> Assim...

[17:03] <ADRIANABRUNO> pausa para a agua....rs

[17:04] <ADRIANABRUNO> Bem, a partir destas ideias, eu e o Grupar – Grupo de pesquisa aprendizagem em rede da UFJF criamos o POMAR – Percursos Online Massivos Abertos e Rizomáticos...

[17:04] <ADRIANABRUNO> Como assim?

[17:04] <ADRIANABRUNO> A ideia surgiu de inquietações nossas, fruto de estudos, pesquisas e debates...

[17:04] <ADRIANABRUNO> entao...

[17:05] <ADRIANABRUNO> Temos estudado REA, MOOC em nosso grupo...

[17:05] <ADRIANABRUNO> mas ao mesmo tempo estes estudos e pesquisas tem nos levado a muitos questionamentos...

[17:06] <ADRIANABRUNO> Dai surgiu a necessidade de se criar espaços abertos para acesso, produção, socialização do conhecimento

[17:06] <ADRIANABRUNO> em rede, com as redes...

[17:06] <ADRIANABRUNO> Isso é o POMAR...

[17:06] <ADRIANABRUNO> ou a concepção de POMAR...

[17:06] <ADRIANABRUNO> • espaços online, formativos, – digitais e em rede;

[17:06] <ADRIANABRUNO> • abertos para qualquer pessoa que tenha interesse nos temas disponíveis;

[17:06] <ADRIANABRUNO> • massivos, no sentido de possibilitar níveis diversos de intensidade e aprofundamento das temáticas/conteúdos tratados;

[17:07] <ADRIANABRUNO> ou seja, nao somente para quem quiser, para várias pessoas, mas em niveis de aprofundamento diversos

[17:07] <ADRIANABRUNO> e nao se trata de curso ou cursos

[17:07] <ADRIANABRUNO> mas de PERCURSOS!

[17:07] <ADRIANABRUNO> • Percursos, com o propósito de que os interessados criem seus trajetos, seus caminhos, suas rotas, suas travessias, da forma que desejarem;

[17:07] <ADRIANABRUNO> não possuem começo, meio e fim – cada um pode acessar o que quiser, como quiser. Ou seja, é possivel acessar, explorar, apenas um determinado tema;

[17:08] <ADRIANABRUNO> ou todos

[17:08] <ADRIANABRUNO> Se retroalimentam da própria rede.

[17:08] <ADRIANABRUNO> Os usuários acessam o que foi disponibilizado por outros usuários e podem, se assim desejarem, contribuir com conhecimentos e produções outras.

[17:08] <ADRIANABRUNO> Do mesmo modo, todos podem criar outras temáticas, outros materiais etc.;

[17:08] <ADRIANABRUNO> Não oferecem certificação.

[17:08] <ADRIANABRUNO> Como não se trata de um curso, os POMAR não estão necessariamente vinculados a uma instituição

[17:09] <ADRIANABRUNO> e se destinam a pessoas que desejam ter acesso aos conhecimentos socializados por outros, em rede e não na obtenção de um atestado, certificado ou comprovante de qualquer natureza que não o próprio conhecimento;

[17:09] <ADRIANABRUNO> Possuem como proposta a abertura total, irrestrita e, portanto, podem ser criados, compartilhados, ampliados, atualizados por todos os usuários que dele participem

[17:09] <ADRIANABRUNO> ou seja, todo usuário, participante

[17:09] <ADRIANABRUNO> é também coautor

[17:09] <ADRIANABRUNO> Trabalham com a mediação partilhada (BRUNO, 2007), ou seja, todos os participantes são mediadores, se assim desejarem, pois podem assumir a mediação a partir das emergências (regências emergentes) advindas da própria rede.

[17:10] <ADRIANABRUNO> Buscam processos interativos rizomáticos, por meio de redes rizomáticas (BRUNO, 2010, 2012).

[17:10] <ADRIANABRUNO> Isso significa que tais percursos são dinâmicos, flexíveis, plásticos e não possuem um padrão, um modelo.

[17:10] <ADRIANABRUNO> Cada POMAR será diferente um do outro pois se cria na rede, em rede, por pessoas diferentes, com multiplas possibilidades…

[17:11] <ADRIANABRUNO> São plásticos – plasticidade social e cultural (BRUNO, 2010), pois não se fixam, não se delimitam, mas se transmutam, transgridem, em devir.

[17:11] <ADRIANABRUNO> O... mas e os REA???

[17:11] <ADRIANABRUNO> Os percursos online massivos abertos e rizomáticos, por sua concepção de abertura, são criados a partir de recursos, materiais, produções, recursos disponíveis na Web.

[17:11] <ADRIANABRUNO> nesse sentido

[17:11] <ADRIANABRUNO> Os recursos educacionais abertos convergem com a concepção dos POMAR e, portanto, simbolizam a potência dos POMAR.

[17:12] <ADRIANABRUNO> A ideia de abertura dos REA, materializada nos seus principios (reuso, revisão, remix, redistribuição),

[17:12] <ADRIANABRUNO> não apenas ratificam os pressupostos dos POMAR, mas sinalizam as atuais relações com o conhecimento,

[17:12] <ADRIANABRUNO> com a aprendizagem, com o ensino dos sujeitos contemporâneos  autônomo, colaborativo, interativo, aberto…

[17:12] <ADRIANABRUNO> Bem, a partir disso... tenho um tempinho aindas?

[17:13] <ADRIANABRUNO> Gostaria de trazer um outro conceito... é rapido, mas que implica em REA e POMAR tb...

[17:13] <ADRIANABRUNO> Trata-se de Braconagem...

[17:13] <daniervelin> ADRIANABRUNO, pode concluir, por favor

[17:13] <ADRIANABRUNO> Palavra aportuguesada do francês braconnage, é trazida por Michel de Certeau (HAREL, 2005)

[17:14] <ADRIANABRUNO> em referência à caça ou pesca ilícita, em tempos ou lugares proibidos.

[17:14] <ADRIANABRUNO> na direçao complemtnar do que Nelson Pretto fala de Hacker..

[17:14] <ADRIANABRUNO> Precisamos buscar ou nos assumir como caçadores e

[17:14] <ADRIANABRUNO> adentrar (ou invadir) espaços-lugares do outro, ou que estão com o outro.

[17:14] <ADRIANABRUNO> Criar caminhos onde não existem… Adentrar espaços, invadir, reterritorializar…

[17:15] <ADRIANABRUNO> Assim,

[17:15] <ADRIANABRUNO> A concepção de REA

[17:15] <ADRIANABRUNO> que reflete e nos impele a buscar a abertura, o desprendimento

[17:15] <ADRIANABRUNO> o desapego...

[17:16] <ADRIANABRUNO> Já que o processo de solcializao

[17:16] <ADRIANABRUNO> abertura

[17:16] <ADRIANABRUNO> nos tira do lugar central

[17:16] <ADRIANABRUNO> que a educação ate'entao historicamente nos colocou

[17:16] <ADRIANABRUNO> nos leva a buscar espaços

[17:17] <ADRIANABRUNO> ou criar espaços em que nós possamos efetivamente exercer essa abertura...

[17:17] <daniervelin> obrigada, ADRIANABRUNO !

[17:17] <ADRIANABRUNO> sendo braconeiros...

[17:17] <ADRIANABRUNO> questionando os nao lugares ou o que pode e é permitido..

[17:17] <ADRIANABRUNO> por que?

[17:17] <ADRIANABRUNO> E buscar espaços como REA e POMAR...

[17:17] <ADRIANABRUNO> Desculpem... me empolguei... Obrigada

[17:17] <daniervelin> DanielPinheiro_, vc quer concluir sua exposição? Precisamos correr um pouco para dar tempo de discutir rs

[17:18] <ADRIANABRUNO> nao eu falo mais depois... as perguntas sao mais importantes..

[17:18] <DanielPinheiro_> Perfeito. Sim, gostaria. Prometo ser o mais breve possível.

[17:18] <daniervelin> ok

[17:18] <daniervelin> sua última fala foi:

[17:18] <daniervelin> Ainda que estas definições soem como indicativo de atividade educativa que se encaminharia para a informalidade ou não formalidade, entendemos que, na verdade, sua principal contribuição está em “provocar” as instituições formais de educação para se movimentarem, recomporem e transformarem.

[17:19] <DanielPinheiro_> obrigado, vou retormar com o seguinte:

[17:21] <DanielPinheiro_> Contemporaneamente observa-se que a educação aberta (EA) é disseminada em associação com os modelos de aprendizagem impulsionados graças à expansão da internet. O incremento contínuo das interações que a rede promove em seus diversos espaços abertos de socialização do conhecimento, como o das revistas científicas eletrônicas, das bibliotecas digitais ou repositórios institucionais, e mesmo das listas de

[17:21] <DanielPinheiro_> é ambiente propício para a reconfiguração da perspectiva de abertura em educação.

[17:21] <DanielPinheiro_> Esta dinâmica da EA, e todos os movimentos que nela estão relacionados ou a ela se associam, dentre eles os REA, colocam em evidencia o que Peka Himanen designa como "academia da rede ou academia virtual generalizada".

[17:22] <DanielPinheiro_> Percebemos então que há uma necessidade de reconhecer/fomentar um movimento bottom up, ou seja, a partir das bases (comunidade escolar), dentro do contexto escolar. Um movimento que dê espaço ao que temos compreendido como novas educações.

[17:22] <DanielPinheiro_> Compreendemos que esta perspectiva educacional, que chama a atenção para as múltiplas possibilidades do ato educativo dentro dos contextos escolares (educações), já há algum tempo tem sido discutida em nosso grupo de pesquisa (gec.faced.ufba.br). Ao pensarmos no fomento aos REA junto à educação formal, é indispensável considerar que deve haver uma fundamentação crítico-reflexiva para seu desenvolvimento.

[17:23] <DanielPinheiro_> Nos parece que as novas educações (http://www.scielo.br/pdf/rbedu/v11n31/a03v11n31.pdf) são esta possibilidade.

[17:23] <DanielPinheiro_> Durante nossa pesquisa, procuramos compreender especificamente o contexto de produção e disseminação dos REA enquanto movimento político-cultural. Traçamos para isto um percurso histórico que considerou alguns marcos do movimento no mundo e no Brasil. Não irei me deter numa discussão dos mesmos, mas gostaria de sinalizar que nos slides e no texto final do trabalho (que está sendo editado e logo estará disponí

[17:23] <DanielPinheiro_> encontram-se algumas referências importantes que dão conta do desenrorolar da comunidade REA, em sua atuação junto às instâncias governamentais.

[17:24] <DanielPinheiro_> O que pensamos ser mais relevante, e que talvez mostre-se como uma das respostas à nossa indagação primeira, são as potencialidades dos REA. Potencialidades estas que pressupõem a existência/fomento às novas educações.

[17:27] <daniervelin> DanielPinheiro_, podemos abrir a mesa para o debate?

[17:27] <ADRIANABRUNO> ?

[17:27] <daniervelin> acredito que os slides complementam a fala de cada um também

[17:28] <DanielPinheiro_> Ok. Tudo bem...

[17:28] <daniervelin> vcs têm perguntas, sugestões... para os convidados?

[17:28] <marchi> Parabéns pelo trabalho, professora +Débora. Uma dúvida de ordem mais prática. Sou professor de ensino médio, disciplina de língua portuguesa. Se eu quiser elaborar um material (REA) e precisar de determinada letra de música ou de uma imagem (charge, fotografia de revista), eu preciso pedir que o compositor ou o autor da imagem me autorize ou, para fins educacionais não lucrativos, eu posso utilizá-la, apenas citando a fo

[17:28] <mayre> Boa Tarde! Adriana, Daniel e Débora, poderíamos dizer que a cibercultura tem potencial para formar um novo conceito de cidadão? Que aprende, compartilha, produz e constroe através da tecnologia?

[17:29] <hudsonmenha> Parabens pelo trabalho apresentado por vocês

[17:29] <Adelino1> Adriana e demais, parabéns pelo brilhante trabalho. A pesquisa de vocês está bem fundamentada. Cibercultura e conhecimento rizomático eram conceitos que já havia tido contato. A grande novidade para mim foi a braconagem (Michel de Certeau). Considerei muito interessante.

[17:29] <marchi> Professor +DanielPinheiro, estamos (realmente) caminhando para a obsolescência da distinção entre educação tradicional e educação aberta? Parabéns pelo trabalho.

[17:29] <Debora> não existe para fins educacionais no Brasil

[17:29] <lzantt> Boa tarde para todos. Professoress, poderíamos considerar a Cibercultura como tecnologia intelectual produzida pela informática? Seria então uma nova modalidade de aprender?.

[17:29] <Debora> se não tiver uma licença aberta, vale a pena pedir autirização de uso

[17:29] <neivadaiane> Tenho que parabenizá-los pelo excelente trabalho e desenvoltura nas apresentações.

[17:29] <marchi> A “braconagem”, como citou a professora +ADRIANABRUNO, implica, se bem entendi, fugir aos lugares e papéis pré-estabelecidos. Nesse sentido, sua proposta, professora, ao, digamos, “institucionalizar” a braconagem, promoveria ao mesmo tempo tanto o autodescobrimento do aluno (quanto a suas possibilidades de aprender etc.) quanto uma maior responsabilidade social (respeito ao outro)?

[17:30] <ADRIANABRUNO> Nao vejo a cibercultura com potencial, mas os atores sim...

[17:30] <EdneiaBernini> Vi os slides, e como sou do PR conheço especialmente o "folhas"

[17:30] <Valdeci> Olha muito interessante sua apresentação parabéns

[17:30] <EdneiaBernini> mas pena que a cada administração pública, mudam-se os focos :(

[17:30] <joycefettermann> Boa tarde, profª Adriana, Débora e Daniel! Parabéns pela apresentação sobre REA. Tenho pesquisado sobre este tema há um tempinho, e pretendo me aprofundar mais para o projeto do doutorado. As falas de vcs me ajudaram a esclarecer algumas dúvidas, obrigada!

[17:30] <ADRIANABRUNO> vejam

[17:30] <Debora> O Folhas é referência mundial para fomento de política de REA, justamente pelo fato da participação dos professores no processo

[17:31] <ADRIANABRUNO> nao quero institucionalizar nada... alias sou contra isso...rs

[17:31] <AnaPaulaMesck> Boa tarde, parabéns pelo trabalho, durante este espaço acessei vários dos links apresentados e certamente minha prática docente será "atualizada"

[17:31] <Valdeci> Gostei da questao das potencialidades que propõem a existência das novas educações

[17:31] <paulabruno> Imaginem como a nação brasileira evoluiria com o compartilhamento do conhecimento... no entanto, é preciso trabalhar a questão da vaidade humana, que monopoliza o poder e o conhecimento pra fins que apenas a ela interessa, entre os nossos brasileirinhos, para que ajam com rapidez e naturalidade em relação ao emprego destas ferramentas!

[17:31] <ADRIANABRUNO> mas a braconagem é um conceito que nos ajuda a pesnar sobre o movimento do REA e a propria cibercultura

[17:31] <AnaPaulaMesck> Adriana, me desafiarei a fazer um POMAR!

[17:31] <apdinizbio> Parabéns!!pela exposição.Acredito que o conhecimento deve se compartilhado,mas as escolas insistem em práticas antigas!!

[17:31] <giovanasousa> adorei isso de “adentrar (ou invadir) espaços-lugares do outro, ou que estão com o outro, criar caminhos que não existem...” isso me traz meu gosto muito de buscar teorias, esquemas teóricos, categorias, fundadas em outras áreas e trazê-las para o campo da linguagem e da educação.

[17:32] <ADRIANABRUNO> que bom Givana...

[17:32] <fernandabaldutti> Parabéns a todos pelas apresentações. Todas contribuíram bastante para compreender um pouco mais sobre a REA.

[17:32] <ADRIANABRUNO> Giovana!

[17:32] <EdneiaBernini> o Folhas envolvia os professores, mas pena que encerrou....

[17:32] <MARCOS_> estou entrando num projeto nesse padrão

[17:32] <MARCOS_> UAITEC DE MINAS

[17:32] <hudsonmenha> Acho q cada vez mais as escolas tem adotar as tecnologias e inovar em suas praticas

[17:32] <ADRIANABRUNO> Que os POMAR rendam frutos muito diversos... sem regras... abertos...

[17:32] <taty_3> Débora, então podemos abandonar a denominação de objetos de aprendizagem (OA) para REA?

[17:32] <DanielPinheiro_> Marchi, penso que, para além de superá-la, precisamos ressignificar o que compreendemos como tradicional. Esse foi um dos meus desafios ao escolher, por exemplo, falar de educação formal e não necessariamente de educação tradicional...

[17:32] <giovanasousa> excelentes as abordagens escolhidas e as referências trazidas pelos palestrantes.

[17:33] <Debora> Então, objetos de aprendizagem e REA são coisas que se complementam, mas não sao a mesma coisa

[17:33] <ElizabethUber> Parabéns para toda equipe e pelas palestras de alto nível. É uma oportunidade única este sistema de compartilhar as informaçãoes

[17:33] <Debora> acho que podemos falar de recursos digitais

[17:33] <neivadaiane> verdade

[17:33] <Valdeci> eu também acredito nisso que você disso Apinizbio "Acredito que o conhecimento deve se compartilhado,mas as escolas insistem em práticas antigas!!"

[17:33] <eliana2014> Parabéns às sábias colocações, me sinto cria já dessa tal educação aberta, pois embora fui passei pelo ensino formal tradicional, e até mesmo ao cursar magistério, sonhava com o que tenho presenciado agora.Tenho visto inciativas tais como a de vcês e outras também, cada ver creio que esta modalidade mais cirativa, instantânea é o que dará certo de agora adiante!

[17:33] <marchi> obrigado pelas respostas, professores.

[17:33] <Tanisse_Bovio> Como curiosa no assunto, aprendi novos conhecimentos. Parabéns pelas explanações!!

[17:34] <Lucia_> Paula, as vaidades dos "intelectuais"que impregnam nossas escolas e universidades, né? Saem da centralidade...

[17:34] <ElizabethUber> Parabéns Daniervelin pela organização e pela mediação dos debates

[17:34] <ADRIANABRUNO> Colegas...

[17:34] <daniervelin> obrigada, ElizabethUber :)

[17:34] <MARCOS_> COM CERTEZA. essas vaidades podem prejudicar os alunos

[17:34] <Valdeci> Na verdade é bem complicado tentar mudar este modelo tradicional das nossas escolha, mas creio que aos poucos com as novas tecnologias algumas coisas vem sendo mudadas e as escolas começam a perceber os alunos de uma forma mais individual

[17:34] <MARCOS_> e como

[17:34] <ADRIANABRUNO> Nós estamos montando um POMAR... está em construção... alias a ideia é nunca terminar...

[17:35] <DanielPinheiro_> Gosto de pensar que todo REA é um objeto de aprendizagem, mas que nem todo Objeto de aprendizagem é um REA.

[17:35] <Debora> Boa Daniel!

[17:35] <paulabruno> Sem dúvida, Lúcia! Acredito que estamos mundialmente atrasados devido a esse "pequeno detalhe"...

[17:35] <ADRIANABRUNO> Os REA sao fundamentais para a educação de hoje...

[17:35] <EdneiaBernini> Bem lembrado DanielPinheiro!

[17:35] <apdinizbio> Professores de todos os níveis deveriam ter acesso a essa discussão,é muito triste saber que muitos professores universitários se sabem o que estamos discutindo aqui!!

[17:35] <ADRIANABRUNO> quem quiser dar uma braconada... e colaborar...

[17:35] <ADRIANABRUNO> http://gruparufjf.wix.com/pomardocencias

[17:35] <mayre> Valdeci, percebo esta mudança a cada instante e de forma bem positiva.

[17:35] <Priscilla> Tudo isso envolve questões muito complexas que precisam ser repensadas. O professor muitas vezes não tem autonomia para mudar, a escola tb muitas vezes não conta com favorecimento de políticas públicas.. aí fica difícil..

[17:36] <neivadaiane> parabéns pela mediação e organização @Daniervelin.

[17:36] <joycefettermann> Legal, Daniel! Interessante pensar tb que a partir desse conceito de REA, o professor se torna um autor, produtor de conteúdo...

[17:36] <Debora> Ach que a coisa mais legal do REA é esse resgate da autoria, do protagonismo

[17:36] <ADRIANABRUNO> Isso mesmo Debora...

[17:36] <Priscilla> Esse será um processo q ainda vai levar algum tempo..

[17:36] <mayre> Concordo com você, Debora

[17:36] <Priscilla> sim, com certza, joycefettermann

[17:37] <ADRIANABRUNO> mas tb acho que os REA nos fazem pensar nesta autoria hoje...

[17:37] <MARCOS_> Então todos devem estudar designer instrucional e aprender as técnicas

[17:37] <DanielPinheiro_> #Fato, Priscilla, no entanto, em seu pequeno universo (sala de aula), toda e qualquer iniciativa que esse profissional desenvolver com o objetivo de viabilizar que o aprendizado de seus alunos e seu próprio trabalho docente seja realizado de maneira mais efetiva, é bem vindo.

[17:37] <ADRIANABRUNO> ou na coautoria de fato... na pratica...

[17:37] <MARCOS_> com ANDREA FILATRO. rs

[17:37] <Lucia_> o interessante é a coconstrução do conhecimento, a aprendizagem que se dá na rede,coletivamente

[17:37] <Priscilla> ah, sim, claro, DanielPinheiro_

[17:38] <ADRIANABRUNO> Isso Lucia

[17:38] <ADRIANABRUNO> e esta deve ser uma pratica em nossas escolas...

[17:38] <apdinizbio> Aprender envolve uma multiplicidade de meios!!Em pleno século XXI,não podemos ignorar tantas mudanças na forma de produzir conhecimento e partilhar o mesmo.

[17:38] <ADRIANABRUNO> Sabemos que nas escolas fazemos muito essa troca tb...

[17:38] <DanielPinheiro_> <joycefettermann> Todos nós temos condições de produzir conteúdo - "original", a partir de outros que conosco foram compartilhados (remixagem) ou conjuntamente, de forma co-participativa...

[17:38] <ADRIANABRUNO> mas as redes, a ideia de REA, POMAR etc nos ampliam...

[17:39] <ADRIANABRUNO> potencialzam

[17:39] <lzantt> A recuperação da escola passa pelo mundo virtual, gente. Não tem jeito...

[17:39] <ADRIANABRUNO> Mais do que nomes, recursos, espaços, as mudanças se dão nos sujeitos… São as ideias que os REA, os POMAR, a Braconagem trazem é que podem nos fazer refletir que…

[17:40] <ADRIANABRUNO> Insanidade é fazer as coisas sempre do mesmo jeito e esperar resultados diferentes – A. Einstein

[17:40] <neivadaiane> verdade,Adriana.

[17:40] <DanielPinheiro_> Na sala de aula, um espaço tão rico e diverso - de culturas, de saberes, de vivências, de conhecimento, nada melhor do que dar espaço para que diversas criações venham à tona. Criações que, em rede, podem ser ressignificadas, transformadas, colaborando para um "ciclo virtuoso de conheicmentos e culturas".

[17:40] <taty_3> Adriana, o POMOAR acaba sendo um REA, ja q o conteudo pode ser modificado...reutilizado....

[17:40] <Valdeci> Você tem toda razão Lucia. Eu também acredito nisso é a construção do conhecimento que se dá na rede é coletiva, mas ao mesmo tempo temos mais informação do que conhecimento. Por isso é necessário valorizar ambientes como este para tecermos novos conhecimentos e não apenas recebermos mais informações.

[17:41] <paulabruno> Vou usar em todos os stores da minha vida esta frase, ADRIANA BRUNO! Compartilhando já!

[17:41] <ADRIANABRUNO> Tb vejo assim Daniel...

[17:41] <taty_3> Adriana, estou me inteirando deste assunto agora...confesso que REAs são novidade para mim

[17:41] <Priscilla> para mim tb..

[17:41] <EdneiaBernini> Pessoal, a discuussão está muito interessante, mas vou 'partir' , afinal temos outro chat daqui a pouco, abraços a todos!

[17:41] <MaressaCarneiro> Concordo plenamente Valdeci!

[17:41] <joycefettermann> Sim, Daniel. Nessa questão da produção de conteúdo e autoria do professor, é interessante o fato de que até mesmo um plano de aula e as anotações são considerados REA.

[17:41] <Priscilla> mas muito interessante

[17:41] <ADRIANABRUNO> Sim Taty... mas o pomar incorpora nao somente REA... mas fundamentalmente sua concepcao de abertura é dos REA

[17:41] <Debora> os REA são uma novidade pra muota gente ainda, o importante é estamos conseguindo atingir cada vez um número maior de pessoas

[17:41] <hmlins> obrigada, pessoal! muito bom...parabéns pela militância tb!

[17:42] <taty_3> certamente, Débora!

[17:42] <Lenildes> concordo, a questão da autoriadeve ser discutida porque estamos confusos rs

[17:42] <neivadaiane> Essa frase do Albert Einstein se encaixou perfeitamente na temática.

[17:42] <ADRIANABRUNO> Pessoal... acessem o site do MEC tb...

[17:42] <joycefettermann> verdade, Neiva!! aDOREI.

[17:42] <ADRIANABRUNO> Tem muita coisa boa lá...

[17:43] <ADRIANABRUNO> Vamos socializar em nossas redes todos estes espa;cos, os REA etc...

[17:43] <Debora> o ste REA fo reformulado recentemente e temos muita infomração por lá! ww.rea.net.br

[17:43] <ADRIANABRUNO> Como dizem por ai...

[17:43] <DanielPinheiro_> Adriana, penso que muitas vezes o que nos impede de realizar algo novo, também está relacionado às nossas próprias inseguranças em relação aos resultados. Desta forma, trabalhar com REA, com possibilidades outras de estabelecer diálogos e produções com nossos alunos, as vezes nos assustam. Não quero desconsiderar outros impedimentos, mas acho que estes devem ser enfocados a priori porque dependem de uma inicia

[17:43] <ADRIANABRUNO> Vc é o que compartilha...rs

[17:43] <Lenildes> quero parabenizar pela temática... vcs conhecem o edmodo?? ele entra como um REA??

[17:43] <lzantt> Obrigada pessoal! Aprendi muito....

[17:43] <Debora> www.rea.net.br

[17:43] <Debora> Pela definição de REA, o edmodo não se encaixa

[17:43] <qwebirc589869> impressionante os dados de acesso à internet e a posição do Brasil com relação a isso (65o). Muita gente já tem acesso com base nas tecnologias disponiveis mas ainda tem muito o que ser feito para que esse recurso esteja disponivel o maximo possivel. Parabens pelo trabalho.. e os slides tambem estão muito claros e objetivos.

[17:44] <DanielPinheiro_> <joycefettermann> Sem dúvida Joice. Não estamos falando somente de produções grandes...

[17:44] <ADRIANABRUNO> Sim Daniel... tb acho

[17:44] <daniervelin> gostaria de agradecer muito às contribuições dos 3 apresentadores da mesa!

[17:44] <joycefettermann> iSSO!

[17:44] <Debora> obrigada a todos

[17:44] <ADRIANABRUNO> Daniel, vejo que ainda estamos sentados em nossas insegurancas...

[17:44] <daniervelin> acredito que foi muito proveitosa para todos!

[17:44] <ADRIANABRUNO> buscando as verdades, as certezas...

[17:44] <ADRIANABRUNO> e estas ideias nos tiram o chão...

[17:44] <taty_3> Débora, qualquer profissional tem propriedade para criar um REA? ou é restrito às politicas publicas educacionais?

[17:44] <ADRIANABRUNO> Precisamos entender que é muito bom poder voar

[17:44] <neivadaiane> Com certeza!

[17:45] <ADRIANABRUNO> e que ficar sem chão pode ser o caminho para ter asas!

[17:45] <joycefettermann> Foi sim, Dani! Muito bom! Parabéns, gente!

[17:45] <giovanasousa> braconagem! :)

[17:45] <Debora> todo mundo pode criar rea e contribuir com a construçao de politicas publicas

[17:45] <ADRIANABRUNO> Colegas, muito grata pela tarde e pelas aprendizagens... espero outros encontros...

[17:45] <mayre> Parabéns, professores. Até a próxima!!! Braconagem permitida. Asas abertas.

[17:46] <Priscilla> Até a próxima

[17:46] <ADRIANABRUNO> Beijos a todos(as)! Inté!!!

[17:46] <DanielPinheiro_> Pois. Talvez se ao menos nos articulassemos em rede, nós professores - numa rede como esta, de diálogos como aqui estamos, tivessemos mais força/coragem/entusiasmo para tentarmos efetivar algumas destas "inovações (!)".

[17:46] <Paulo_Biet> Goste bastante da palestra de vocês pessoal. Pra mim soou como um ativismo para garantir os direitos - e não apra cria-los. Subversão afim de garanti-los - e não destruí-los.

[17:46] <neivadaiane> Até próxima, voando com ideias.

[17:47] <ADRIANABRUNO> Bem, acho Daniel que estamos nas redes e fazemos isso... precisamos continuar e contagiar mais e mais pessoas!

[17:47] <Paulo_Biet> o que muda são as ferramentas usadas. =) até a próxima.

[17:47] <taty_3> Parabéns aos tres autores!!

[17:47] <Tanisse_Bovio> Realmente, DanielPinheiro.

[17:47] <MARCOS_> Muito produtivo..

[17:47] <eliana2014> Não sei se vocês conhecem, mas tenho acompanhado um grupo de jovens,http://empowerlab.com.br/,conheci o courseria, tedx, veduca através de uma workshop deles, e els tratam a educação de tal maneira que o conhecimento seja uma das ferramentas, mas mostrando que cada um tem seus diferntes potenciais e dão empoderamento para que os alunos se sirvam de usas próprias indagações para o aprendizado e consolidação das ideia

[17:48] <daniervelin> para adiantar a próxima apresentação nesta mesa, queria saber se Eduardo Dalcin está aqui

[17:48] <ADRIANABRUNO> Abraços! espero que este chat seja socializado logo!

[17:48] <Debora> Abraços pessoal

[17:48] <DanielPinheiro_> Perfeito pró! É isso ai, que mais redes venham a ser tecidas...

[17:48] <Debora> obrigada

[17:48] <anapaulasol> gostei da palestra novas ideias novas conjecturas

[17:48] <DanielPinheiro_> Pessoas, foi um privilégio dialogar e colaborar com vocês esta tarde. Sigamos acompanhando o Evidosol! Estou gostando... Giga abraço!

[17:48] <anapaulasol> parabens pelo trabalho!!!!!!!!!!!!!!

[17:48] <giovanasousa> mto bom tudo!

[17:49] <ADRIANABRUNO> Obrigada Daniervelin... vc é incrivel! Foi muio bom estar com vc! Espero conhece-lo melhor, em outras redes. Abs a todos(as)

[17:49] <Lucia_> obrigada. sai do chão

[17:49] <MaressaCarneiro> Parabéns pelas apresentações, enriquecedor!!

[17:49] <neivadaiane> maravilhosa mesa

[17:49] <ADRIANABRUNO> Obrigada Daniervelin... vc é incrivel! Foi muio bom estar com vc! Espero conhece-lo melhor, em outras redes. Abs a todos(as)

[17:49] <daniervelin> eu que agradeço, ADRIANABRUNO !

[17:50] <daniervelin> muitíssimo obrigada!

[17:50] <daniervelin> obrigada, Debora e DanielPinheiro_ !

[17:50] <DanielPinheiro_> À equipe de moderadores(as) e promotores(as) do evento, meus parabéns. Foi ótimo! Aproveiro para pedir desculpas publicamente pela "quebra/queda" ..

[17:51] <daniervelin> DanielPinheiro_, sem problemas!

[17:51] <Debora> Até logo pessoal

[17:51] <DanielPinheiro_> Giga abraço.

[17:51] <neivadaiane> Inté seja breve!

[17:51] <taty_3> Até!

[17:52] <eliana2014> Vi falar sobre Rea e commons através de um vídeo de Tedx no Veduca,Então isso j[a deve ser efeito da nova visão de disseminar as boas coisas.

[17:52] <qwebirc589869> ateé.. obrigada!

[17:52] <eliana2014> até!

[17:53] <Lenildes> até.. obrigada..gostei mto!!

[17:54] <andreia2014> A pesquisa já é interessante pela preocupação de ser pensada para portadores de necessidades educacionais especiais.


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Based on a work at Texto Livre: XI EVIDOSOL/VIII CILTEC-online.